domingo, 9 de março de 2014

esquema de sumário para monografia

                                       
SUMÁRIO

 

 

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

1 Sugestiona-se que o texto monográfico tenha pelo menos 3 (três) capítulos, sendo que o 1º deve tratar das bases gerais que sustentam a área da pesquisa;

1.1 Cada Capítulo Deve Apresentar, no Mínimo, 3 Subtítulos.

1.2

1.3

2 O 2º Capítulo deve tratar do embasamento teórico, o que os autores e pesquisadores enfocam sobre a base pesquisada e as teorias existentes dentro do corpus selecionado, ou seja, quais os autores que defendem o que vocês apresentam na pesquisa? O que eles falam a respeito? Quais são suas propostas?

2.1

2.2

2.3

3 Já o 3º Capítulo vai tratar da pesquisa em si, das comprovações das hipóteses e das experimentações realizadas, ou seja, é neste capítulo que vocês devem provar a veracidade do que foi apresentado na pesquisa.

3.1

3.2

3.3

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANEXOS

 


 

Abaixo seguem algumas observações acerca da organização da monografia:

ü     Papel formato A-4 (210 X 297 mm) - branco

ü     Margens:

Superior:       3,0 cm

Inferior:          2,0 cm

Esquerda:     3,0 cm

Direita:           2,0 cm

ü    Fonte (tamanho da letra no texto):

1) Corpo do Texto – 12 (sem negrito)

2) Títulos Primários – 14 – Negrito e Caixa Alta.

3) Títulos Secundários – 12 – Negrito e Iniciais em Caixa Alta.

4) Títulos Terciários e demais – 12 – Sem negrito e Inicial em Caixa Alta.

ü    Tipo de fonte: Arial ou Times New Roman

ü    Espaço entrelinhas: Parágrafos - 1,5 cm / Citações diretas longas – 1,0 cm

ü    Parágrafo RECUO – primeira linha: 1,5 cm

ü    Espaço de título para parágrafo: dois (2) Enter’s (não existe espaçamento entre os parágrafos.)

ü    Citações longas: (que ultrapassem 3 linhas) recuo de 4 cm da margem esquerda, espaço entre linhas 1,0 cm (simples), fonte 10 – Sem aspas (“...”)

ü    Entre Títulos e Subtítulos (Seções) é obrigatória a presença de pelo menos um texto-comentário com 3 (três) parágrafos.

ü  Os termos em 1ª pessoa devem ser evitados, pois todos os capítulos devem ser escritos em 3ª pessoa, revejam todo o texto

ü  Não devemos encerrar um texto com uma citação direta, pois logo após cada uma deve haver um breve comentário acerca da mesma.

Não podemos nos esquecer de que cada capítulo deve apresenta r, no mínimo, 11 laudas.
                     

domingo, 16 de junho de 2013

indisciplina


 

A indisciplina atualmente está sendo uma das maiores dificuldades que os professores estão enfrentando em sala de aula. As causas são várias desde falta de valores, liberdade sem limites, falta de acompanhamento dos pais,...
mas, de quem é a culpa? será que existe apenas um culpado?

Dilemas na Sala de Aula



O educador sabe o que é estar em uma sala de aula de ensino fundamental, com 30 ou 40 alunos conversando ao mesmo tempo, brigando, discutindo, agitados e sem levar muito a sério que a real intenção do professor ali à frente é educar. Quando isso acontece o professor busca uma maneira de controlar a sala de aula e conseguir a atenção dos alunos, vamos ver algumas possibilidades de lidar com estas situações:
  • Dar um grito bem alto e conseguir a atenção dos alunos com um susto nos próximos 2 minutos e depois voltar à estaca zero.
  • Fazer ameaças de dar zero na prova e consequentemente estabelecerá uma relação com seus alunos de poder e submissão, evidenciando que a prova só serve para mostrar quem tem mais poder.
  • Esperar a frente da sala calado e com cara de mal, que eles calem-se percebendo que tem um professor na sala, correndo o risco que eles nunca percebam e você continue ali praticamente ignorado.
  • Entrar com eles em uma disputa de poder até que eles percebam “quem manda no pedaço”. Ou até que você perceba que acabou de colocar em discussão uma questão que deveria ser inegociável, (a autoridade do professor em sala de aula).
Se você já fez tudo isso e já se conscientizou que nada disso funciona, parabéns, isso mostra que tem experiência profissional e que está amadurecendo em sua gestão de sala de aula. Vamos agora falar do que realmente funciona:
  • Se a sala gosta da bagunça, bagunce ainda mais do que eles , mas, lidere a bagunça. Prepare uma aula com jogos e desafios, divida a sala em times e permita que eles gritem, torçam e disputem o saber a ponto de aprender para vencer.
  • Descubra o líder da bagunça, aquele que geralmente é visto como “o aluno problema” e todos os professores preferem ignorar a presença dele em sala e CONQUISTE-O, traga-o para o seu lado e peça para ele controlar a sala e que você confia na capacidade de liderança dele para a realização da aula (delegue poder e autonomia).
  • Conquiste os seus alunos e diga a eles o quanto você acredita neles, quanto você espera se orgulhar deles. E espere o esforço que eles irão fazer para não te decepcionar.
Lembre-se: o objetivo da aula é o aprendizado, se ele não vier, tente novamente e faça uma aula diferente.
Ione lobo

terça-feira, 9 de agosto de 2011

oficina pedagógica

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E
TECNOLOGIAS
DCHT- CAMPUS XVI – PROESP - IRECÊ


DENISE LIMA
ERNANDO PINHEIRO
MEIRE RIBEIRO
NELMA BARBOSA
NOELI RIBEIRO



ATIVIDADE COMPLEMENTAR DO COMPONENTE GEOGRAFIA
RURAL




IRECÊ-BA
JULHO - 2011




UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E
TECNOLOGIAS
DCHT- CAMPUS XVI – PROESP - IRECÊ




DENISE LIMA
ERNANDO PINHEIRO
MEIRE RIBEIRO
NELMA BARBOSA
NOELI RIBEIRO



ATIVIDADE COMPLEMENTAR DO COMPONENTE GEOGRAFIA
RURAL



Atividade complementar desenvolvida como requisito avaliativo do componente Geografia Rural da turma do PROESP de Licenciatura em Geografia da Universidade do Estado da Bahia, sob a orientação do professor Msc. Jean Santos.




IRECÊ-BA
JULHO - 2011






SUMÁRIO

1- PROJETO........................................................................................................ 04

2-RELATÓRIO.................................................................................................... 07

3- CONSIDERAÇÕES FINAIS.......................................................................... 11

4- REFERÊNCIAS............................................................................................... 12

5- ANEXOS..........................................................................................................13
   



 

JUSTIFICATIVA:

A questão agrária é um problema complexo, e que está presente no nosso dia-a-dia, manifestando-se de diversas maneiras: nas ocupações e nos acampamentos, nas estradas e nas manchetes de todas as mídias que explicitaram sua conflitualidade.
Neste contexto, faz-se necessário que nós educadores, tenhamos por obrigação debater com nossos alunos o poder que a mídia tem de manipula informações e deturpar conhecimentos.

OBGETIVO GERAL:

• Desenvolver atividades pratica que possibilitem repensar a credibilidade da mídia com o objetivo de aguçar a percepção de que ela exerce uma brutalidade midiática.

OBJETIVOS ESPECIFICOS:

• Discutir as problemáticas que envolvem a questão agrária brasileira;
• Refletir sobre as múltiplas faces da mídia;
• Conhecer a importância dos movimentos sociais, bem como os desafios para o alcance de seus objetivos.




PLANO DE AÇÃO

Local: Escola Municipal José Búzio de Carvalho
Data: 28/07/2011 Publico alvo: turma do 9º ano
Mediadores: Denise Lima, Ernando Pinheiro, Meire Ribeiro,Nelma Barbosa e Noeli Ribeiro



HORA :     13h10min
       
ATIVIDADE: Recepção dos participantes

PROCEDIMENTOS:    Apresentação do projeto

RECURSOS: Data show ,Computador

HORA :13h20min 

ATIVIDADE: Abertura oficial do encontro

PROCEDIMENTOS: Dinâmica do amor,Cordel da reforma agrária

RECURSOS:Voz,Computador,Data show

HORA: 13h40min

ATIVIDADE: palestra

PROCEDIMENTOS:  Apresentar a temática questão agrária através de slides e exposição participada

RECURSOS: Data show, Computador

HORA:14h40min

ATIVIDADE:Palestra

PROCEDIMENTOS: Apresentar a temática, (MST), movimento dos trabalhadores rurais, através de slides e exposição participada

RECURSOS: Data show, Computador

HORA:15h10min.

ATIVIDADE: Intervalo

PROCEDIMENTOS: Lanche

RECURSOS :   Pastel e refrigerante

HORA: 15h20min.

ATIVIDADE: Vídeo de reflexão

RECURSOS: Data show, Computador

HORA: 15h30min.

ATIVIDADE: Palestra

PROCEDIMENTOS: Apresentar a temática: as notícias midiáticas e seus impactos no espaço rural, através de exposição participada.

RECURSOS: Data show, Computador

HORA:16h10min

ATIVIDADE: Trabalho em grupo

PROCEDIMENTOS:  Discussão e aprofundamento dos temas através da leitura de textos, orientado com roteiro de questões a serem respondidas pelo grupo.

RECURSOS: Texto impresso.

HORA: 17h00min.

ATIVIDADE: Socialização dos trabalhos

PROCEDIMENTOS: Apresentação dos roteiros de questões

RECURSOS: Papel metro

HORA: 17h20min

ATIVIDADE: Avaliação do encontro

PROCEDIMENTOS: Preenchimento da ficha de avaliação

RECURSOS: Ficha impressa



RELATÓRIO DA OFICINA PEDAGÓGICA


Aos dezesseis dias do mês de julho de dois mil e onze, foi dado início aos trabalhos complementares do PROESP de licenciatura em Geografia da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), ministrado pelo professor formador Msc. Jean Santos do componente curricular Geografia Rural. A qual consistia no planejamento, execução e postagem em blog de uma oficina pedagógica, cujo tema era as notícias midiáticas e seus impactos no meio rural.
O encontro seguinte foi para a socialização do material pesquisado e para planejamento do projeto da oficina, no qual ficaram definidas as temáticas das palestras (Questão Agrária; Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); e As Notícias Midiáticas e Seus Impactos No Meio Rural) as quais foram ministradas pelos professores-alunos.
No dia vinte e oito do mesmo mês e ano, deu-se a realização da oficina, cujo público alvo foi os alunos do nono ano do ensino fundamental II da escola Municipal José Búzio de Carvalho, localizada no povoado de Rio Verde 1, no município de Itaguaçu da Bahia. A mesma teve início às 13h 10min com a apresentação do projeto. Em seguida, oficializou-se o encontro com a dinâmica do amor. Após a dinâmica, deu-se continuidade ao evento com a leitura do cordel da reforma agrária como introdução ao tema da primeira palestra. A qual teve como foco principal a história da reforma agrária brasileira, bem como as leis e órgãos responsáveis por administrar a mesma.
No primeiro momento a palestrante comentou sobre os confrontos que ocorrem entre o MST e os seguranças dos grandes latifundiários, mostrando a resistência dos proprietários dos latifúndios na questão agrária, como sendo uma das barreiras enfrentadas para a realização da reforma agrária no Brasil. E que nos lembra a história da divisão injusta de terra em nosso país no inicio da colonização e que se estendeu até o período republicano quando as famílias poderosas subiram ao poder e lá se mantiveram por muito tempo.
No segundo momento, relatou sobre a distribuição de terra. Segundo os historiadores, a distribuição de terras era utilizada como meio de ocupar as áreas desabitadas e principalmente para facilitar o controle do território e por fim o uso agrário para produzir produtos tropicais apreciados na Europa. Essa distribuição de terra era feita pala coroa portuguesa, que repassava o direito da terra de acordo com a confiança, convivência e interesse. Com a Independência do Brasil, a democratização de imóveis rurais ocorreu através da lei do mais forte, resultando em grande violência e concentração de terras para poucos proprietários e esse problema tem se prolongado até os dias atuais.
No entanto, a reforma agrária no Brasil é lenta e enfrenta barreiras, mas mesmo assim os trabalhadores rurais sem terra organizados pelo MST e por outras instituições que apóia o movimento juntamente com o INCRA têm realizado muitas conquistas e assegurado muitas famílias carentes na terra onde produzem seus próprios alimentos facilitando a vida daquelas que não tinha onde plantar. O INCRA tem feito essas realizações através da compra da terra, apesar de ser uma das formas criticadas pela união, pois esta ao pagar pelo imóvel rural proporciona as condições para permitir a reconversão do dinheiro retido na terra em dinheiro disponível para os capitalistas proprietários de terras.
Para finalizar a primeira temática, a segunda palestrante deu reforço dizendo que a questão agrária teve início com a criação das capitanias hereditárias em 1500, mediante o sistema de sesmaria, a qual era utilizada para delimitar terrenos onde a coroa portuguesa distribuía pedaços de terra para quem se dispusesse plantar e que ao longo contribuía com um sexto da produção apurada. Com isso surgiram os latifúndios.
A segunda palestra cujo tema era o MST, consistiu em abordar, além de sua historicidade, os objetivos, sua função social, bem como os métodos adotados para reivindicar seus direitos.
Após a segunda palestra houve um intervalo de aproximadamente vinte minutos para o lanche. Após o mesmo, o público assistiu ao vídeo “Banditismo do MST” _ uma reportagem de Felipe Almeida, exibida no jornal Bom dia Brasil na TV Globo de televisão. O qual mostrava o confronto entre o MST e os seguranças de uma fazenda em Belém. O mesmo serviu de subsídio para a introdução para a terceira palestra, cujo tema era “Questão Agrária: As notícias midiáticas e seus impactos no meio rural”.
Com esta palestra, tentou-se mostrar ao público que nem todo acontecimento pode virar notícia e que devido à competição existente entre as redes de comunicação em massa, a agilidade e a credibilidade dos fatos são imprescindíveis para que uma notícia repercuta na mídia. Para tanto, a rede informativa precisam dar prioridades às fontes ditas oficiais, isto é, as fontes que detêm mais poder político e econômico. Além de deixar claro que, por trás de cada fonte existe sempre um jogo de interesse particular.
Em relação à mídia e o MST, os estudos mostraram que, como este movimento não tem pode aquisitivo, então ele precisa “encenar suas reivindicações, torná-las fotografáveis e oferecer á imprensa os elementos que confirmarão sua natureza”. (BEGER, 1998:11. apud. MELO, 2006:7). Neste contexto o que seria uma imagem negativa, o MST tenta reverter a seu favor.
Outro ponto abordado foi o ponto de vista da bancada ruralista diante do anúncio do então ex-presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, quanta à necessidade de atualizar os índices de produtividade da terra. Com o intuito de derrubar a iniciativa governamental, os mesmos usaram da mentira e de argumentos falaciosos. Além de tentar manipular a opinião pública. Por outro lado, a CPT nacional (comissão pastoral da terra), vai a público e desmente os dados apresentados pela bancada ruralista e parabeniza a iniciativa do presidente.
Em fim, a palestra trouxe dados concretos que comprovaram que toda essa “charlantice intelectual” que a mídia tenta demonstrar à Sociedade prejudica consideravelmente o avanço da reforma agrária. Não por desacreditá-la, mas por impedir que se discutam seus reais problemas. Para tanto, foram apresentados vários exemplos concretos da realidade midiática como: citações de reportagem de jornal impresso onde os métodos do MST eram criticados a todo o momento. Além de considerar seus membros vagabundos, baderneiros e que investir o dinheiro público em reforma agrária é um desperdício, etc.
Ao finalizar a última palestra, deu-se início aos grupos de trabalho onde cada equipe apoiada em texto impresso, tinha que refletir e responder a uma questão norteadora. E após a conclusão dos trabalhos houve a socialização dos mesmos.
A partir da socialização dos trabalhos foi constatado que os objetivos foram alcançados além de que, a reflexão da turma a cerca dos temas abordados, também foi surpreendente.
Para finalizar o encontro, realizou-se uma mine avaliação da oficina, onde os alunos tiveram que preencher uma ficha dizendo o que parabenizava e criticava. Além de deixar sugestões para os próximos encontros que por ventura deverão acontecer.






CONSIDERAÇÕES FINAIS

Apesar de o processo ser árduo e complexo, o planejamento e execução da oficina nos possibilitou maior aprofundamento dos conhecimentos adquiridos anteriormente no componente curricular Geografia Rural a cerca da problemática que envolve a questão Agrária brasileira.
Apesar de já termos vivenciado anteriormente a experiência de planejar e desenvolver oficinas, mesmo assim, tivemos algumas dificuldades quanto à seleção do material a ser utilizado, isso devido à complexidade do tema “questão agrária”. No entanto, foi bastante prazeroso ver o resultado e principalmente, sentir a sensação de dever cumprido.
O fato de sermos os palestrantes também fez muita diferença, pois, aprende-se muito mais à medida que se ensina. Isso porque cada palestrante precisa estudar e se preparar para que os objetivos possam ser alcançados. E por ser de caráter ensino-aprendizagem, a oficina pedagógica é uma atividade avaliativa bastante eficaz, devido ao fato de que ensina e aprende, avalia e é avaliado, possibilitando ao indivíduo crescer tanto profissionalmente quanto pessoalmente.



REFERÊNCIAS

1- MILHOMENS, Lucas. MST, Esfera Pública e Ciberativismo: um novo espaço para o debate. Disponível em: http://www.insite.pro.br/P%C3%A1ginas%20novas/mst_ciberativismo_milhomens.pdf.
2- RAMIRO, A.P. Versões da reforma agrária: a mídia e o MST numa ocupação de terra no Pontal. Disponível em:
http://www.uel.br/grupo-pesquisa/gepal/segundosimposio/patriciaalvesramiro. pdf.
3- RIBEIRO, L. Helton. Manada midiática: O pensamento único e Reforma Agrária. Disponível em:
http://www.mst.org.br/node/1584.
4- MELO P.R. A Participação da Fonte na Construção da Notícia: o caso do Movimento dos Trabalhadores Sem-
Terra (MST). Disponível em: http://www.hapaxmedia.net/ibercom/pdf/ReisMeloPaula.pdf.
5- Banditismo do MST.youtube.com 6 min. - 20 abr. 2009 - Vídeo enviado por alex46rs
6- Questão Agrária no Brasil. Disponível em: http://www.brasilescola.com/brasil/questão-agraria-no-brasil.






 

 














QUESTÕES NORTEADORAS

1- Tendo como base o vídeo “Banditismo do MST”, construa uma hipótese sobre os motivos que antecederam, isto é, desencadeou o confronto entre o MST e os seguranças da fazenda.

2- Ainda que produtivo, o latifúndio devem ser preservado? Ou é um mal para a democracia?
3- Reforma Agrária não é só doação de terra! Justifique esta afirmação.
4- Qual a sua avaliação sobre os métodos do MST? Trata-se de uma ação ou de uma reação ao descaso das autoridades?

5- Como fazer uma verdadeira Reforma Agrária no Brasil?



FICHA AVALIATIVA

PARABENIZO--------------------------------------------------------------------------
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-------------------------------------------------------------------------------------------
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CRITICO---------------------------------------------------------------------------------
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SUGIRO-----------------------------------------------------------------------------------
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segunda-feira, 2 de maio de 2011

sugestão de atividade avaliativa

ÁLBUM DE GEOGRAFIA - 6°ANO

OBJETIVO: Reunir, em forma de Atividades Dirigidas com ilustrações de Revistas (ou outras fontes) e em desenhos, os principais conceitos de Geografia, trabalhados em Sala de Aula.

ORGANIZAÇÃO DAS FOLHAS:

1ª Folha: Capa (xérox), pintada e devidamente identificada com o nome e turma do (a) aluno (a);

2ª Folha: Atividade em Sala de Aula com folha colorida e figura/ “Uma Janela para a Geografia”;

3ª Folha: Folha escrita/Título: História e Evolução da Terra: Definição da Primeira e Segunda Natureza;

4ª Folha: Desenho do aluno: Primeira Natureza;

5ª Folha: Desenho do aluno: Segunda Natureza;

6ª Folha: Folha escrita/Título: Paisagem (definição de paisagem e dos tipos de paisagens);

7ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Paisagem Natural;

8ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Paisagem Cultural;

9ª Folha: Folha escrita/Título: Espaço Geográfico (Definição e Tipos de Espaços Geográficos);

10ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Rural;

11ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Urbano;

12ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Industrial;

13ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ “Escala do Tempo Geológico”;

14ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Era Mesozóica (Período Jurássico): Dinossauros;

15ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Era Cenozóica (Período Quaternário): Cidade;

16ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: “A Evolução do Homem”;

17ª Folha: Folha escrita/Título: Técnica Rudimentar x Tecnologia;

18ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Machado de Pedra;

19ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Moto Serra;

20ª Folha: Folha escrita/Título: Sociedades Moderna e Pré-Industrial: Definição de Sociedades Moderna e Pré-Industrial;

21ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Sociedade Moderna: Sociedade do Conhecimento ou da Informação (exemplo: pessoas usando Internet ou aparelho celular, MP4 etc.);

22ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Sociedade Pré-Industrial: exemplo de povo pré-industrial;

23ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Planeta Terra: A nossa Morada;

24ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura do Mapa-Múndi.

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ÁLBUM DE GEOGRAFIA - 7°ANO

OBJETIVO: Reunir, em forma de Atividades Dirigidas com ilustrações de Revistas (ou outras fontes) e em desenhos, os principais conceitos de Geografia, trabalhados em Sala de Aula.


ORGANIZAÇÃO DAS FOLHAS:

1ª Folha: Capa (xérox), pintada e devidamente identificada com o nome e turma do (a) aluno (a);

2ª Folha: Atividade em Sala de Aula com folha colorida e figura/ “Uma Janela para a Geografia”;

3ª Folha: Folha escrita/Título: Paisagem (definição de paisagem e dos tipos de paisagens);

4ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Paisagem Natural;

5ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Paisagem Cultural;

6ª Folha: Folha escrita/Título: Espaço Geográfico (Definição e Tipos de Espaços Geográficos);

7ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Rural;

8ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Urbano;

9ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Industrial;


10ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Planeta Terra: A nossa Morada;

11ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura do Mapa-Múndi;

12ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura dos Mapas das Divisões do Continente Americano;

13ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura dos Mapas da América do Sul e do Brasil;

14ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura das Regiões Brasileiras.


DISPONÍVEL EM http://marlivieira.blogspot.com/2009/06/atividade-dirigida-album-de-geografia.html

memória da aula

Memória da aula do dia 29 de abril de 2011
Aos vinte e nove dias do mês de abril de dois mil e onze, o professor Marcos Paulo Souza Novais do Componente curricular F.T.A. P VI deu inicio a sua aula com a exposição dos procedimentos de ensino numa perspectiva sócio construtivista e a organização do trabalho docente, mostrando a potencialidade de cada procedimento que forma a pirâmide da aprendizagem, na qual se observaram que ao assistir uma palestra, o individuou retém 5% do que foi exposto; ao realizar uma leitura, 10%; atividade áudio visual, 20%; observando demonstrações, 30% participando de discussões em pequenos grupos, 50%; praticar fazendo, 75%; e por fim ensinar os outros fazendo uso imediato do conhecimento, 80%.
Em síntese pode-se concluir que o individuou quando pratica o aprendizado de forma compartilhada, terá uma maior apreensão do conhecimento. E como testemunho, a colega Gorete afirma que isso é um fato verídico e que ela é um exemplo disso.
Logo após o relato de Maria Gorete, O professor segue a aula mostrando que a responsabilidade dos docentes é a renovação do mundo e que é preciso romper com o modelo de centralização do saber. Dizendo que o modelo de ensino a distancia já rompeu com esse modelo enquanto que no presencial ainda existe o sábio falante (o professor) e os pequenos ouvintes (os alunos). Afirmando ainda que o aprender é uma atividade complexa que exige do ser humano procedimentos diferenciados e específicos para cada tipo de conhecimento.
Outro ponto abordado pelo professor foi sobre o conteúdo paisagem, mostrando-nos a importância da problematização da mesma através da observação, visando o reconhecimento do espaço. Além de afirma que paisagem não é só aquilo que se ver, mas, também o que se sente. E que também é relevante a sua análise. Para tanto, ele sugere algumas atividades para se trabalhar o conteúdo, como por exemplo, pedir pra o aluno tirar fotografias de uma paisagem e pedir para o mesmo problematizar o porquê daquela foto.
Em seguida o professor da continuação a aula, falando da utilização dos recursos paradidáticos isto é, a utilização de linguagens da sociedade tecnológica como a musica, a poesia, a TV, o cinema, a internet etc.. Além da literatura de cordel que segundo o professor é preciso ser explorada mais nas aulas de geografia. Neste contexto o professor explica a funcionalidade de cada um desses recursos e a qual conteúdo sua aplicabilidade são viáveis, além de dá exemplos de vídeos, livros, cantores, filmes, etc. onde encontrá-los e como trabalhá-los de forma interdisciplinar. Isto é, para trabalhar o êxodo rural sugere que se utilize o poema vidas secas de Graciliano Ramos; para trabalhar a segregação espacial, O Cortiço Para trabalhar o consumismo, o vídeo História das Coisas.
Em relação à TV a proposta é gravar ou baixar do youtuby, noticias e reportagens para discutir com os alunos a ideologia de cada reportagem mostrando-as nas entrelinhas.
Para essa perspectiva o professor, ressalta a importância do planejamento, mostrando a congruência do conhecimento do material que se pretende utilizar na aula, principalmente com relação aos vídeos e filmes. Em se tratando de filme, segundo ele é preferível dar prioridade aos curtas, pra tanto se deve procurar no portal curtas.
Continuando, ele dá ênfase à internet dizendo que a mesma é uma ferramenta poderosíssima e que devemos criar junto aos nossos alunos redes sociais, pois se nos não o fizermos outros o farão e imagine, se nesse caso um pedófilo. Tratando ainda da importância de se trabalhar com projetos de investigação para incentivar os alunos a realizarem pesquisas ao invés de cópias. E para sistematizar o conhecimento sugere a confecção de pluviômetro feito com garrafas pet. Nesse momento surge o questionamento: será que essa experiência com garrafas de tamanhos diferenciados poderá interferir no resultado?
Segundo o professor o tamanho das garrafas não interfere no resultado responda a questão levantada por João.
Além das dicas acima citadas, traz ainda idéia de se trabalhar com simulação como o a batalha naval e sim city. Indicando batalha naval para trabalhar coordenadas geográficas. Lembra-nos que a dramatização também é um procedimento metodológico que aciona bastante a espontaneidade.
Outra abordagem de grande relevância foi a análise dos princípios e fundamentos para o trabalho docente segundo Castanho (1989) e Karnol (2004) dentre os quais estão: a valorização do conhecimento, a problematização, o currículo, fugir do formalismo, a criatividade, a auto-análise , cortar o programa e ser paciente,entre outros. Em fim, que o “professor deve ter compromisso político e ético”.
Logo após a citação de Lana Cavalcanti, o professor fala sobre a importância da atividade de campo como procedimentos metodológicos, focando no seu objetivo que é o desafio de olhar o cotidiano do lugar, seja o bairro, ou outro lugar qualquer, vislumbrando com um olhar curioso, investigador. Para tanto, é fundamenta seguir algumas dicas como:
-conhecer antecipadamente o campo de estudo:
-mobilizar o aluno:
-problematizar o conteúdo, contando com a representação do meio a ser estudado como textos, fatos e mapas. Em se falando de mapas, o professor confessa que sentiu falta do mapa na nossa atividade de campo e que comentou com o próprio professor, o qual nos comunicou que não conseguiu outros materiais da região de estudo além da monografia de Tássio “Conflitos Envolvendo a Barragem Manoel Novais e os Irrigantes do município de Itaguaçu da Bahia. Em fim, que a realização do trabalho de campo consiste na observação, no registro e descrição do que os alunos observam e na coleta de informações.
Para finalizar a exposição sobre a atividade de campo, o professor apresenta-nos a próxima atividade avaliativa, onde o grupo da fruta, nomeados no primeiro dia de aula do componente FETAP VI, irá planejar uma atividade de campo contendo as seguintes instruções: apresentação, justificativa, conteúdo, objetivos (geral e específicos), encaminhamentos metodológicos (construção do roteiro de visitas, organização de um mapa de orientação, sinopse com dados históricos e geoambientais, socioeconômicos e sociopolítico), definir estratégias de avaliação e referências.
Porém, antes da indicação da atividade avaliativa o professor cita a fala de Milton Santos (1994, p.17), dizendo que “sem emoção não se produz nada, sobretudo no campo da Inteligência”, mostrando-nos a importância do amor pela profissão e por tudo aquilo que se pretende realizar.
Ele cita ainda Serpa, dizendo que não é privilégio da geografia realizar atividade de campo, mas, de todas as disciplinas. Demonstra ainda as contribuições do autor sobre a atividade de campo. Neste contexto, o professor trás como exemplo a atividade de campo desenvolvida pelo componente curricular geografia rural, realizada no dia vinte e seis de abril de dois mil e onze (26/04/2011) no município de Mirorós, dizendo que a atividade poderia ser realizada em conjunto com profissionais de outras áreas do conhecimento. Contribuindo com a aula, a colega Maria das Graças acrescenta dizendo que, a atividade de campo aproxima o aluno do professor, principalmente em se tratando de crianças.
Logo após a explicação da atividade avaliativa, houve questionamentos acerca do tempo para a execução ser insuficiente o que gerou discussões entre a turma, chegando-se ao consenso de que deveria ser iniciada imediatamente. Em seguida todos se dispersaram para dar agilidade aos trabalhos. Horas depois o professor comunica que, por decisão unânime a apresentação da continuidade do filme “pro dia nascer feliz”, que estava programado para a aula de hoje, ficaria para a próxima aula juntamente com a confecção da maquete.
E assim finalizou a aula do dia vinte e nove de abril de 2011, onde os responsáveis por escrever este memorial foi à equipe melancia, composta por Denise, Ernando, Meire, Nelma e Noeli.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

a guerra do século

A guerra do Séc. XXI
por Hurricane

Uma guerra pela água pode estar prestes a ser travada, sendo ela a guerra do Séc. XXI

A estimação é que um e cada 5 habitantes do planeta Terra, não tem água potável para beber. A próxima guerra será pela água, anunciado por vários profetas e o problema já bem está à vista de todos nós. Se existe guerras por causa do petróleo, porque não seria a agua um pretexto para desencadear um guerra?

A agua serviu recentemente como arma e alvo de guerra, durante a ultima guerra do golfo, o Iraque destruiu parte das fabricas que transformavam agua salgada em agua doce no Kuwait, por seu lado os aliados destruíram as infra-estruturas de agua doce em Bagdade. Com a intervenção da NATO no Kosovo em 1999, os engenheiros sérvios fecharam a agua a Pristina. Portanto vemos que a agua é mais do que suficiente um bem essencial à vida e mais do que nunca um pretexto para poder desencadear guerras.

Quase todos nos incomodamos com a falta de água para beber, tomar duche, cozinhar ou a descarga do autoclismo. Vivemos nas cidades vilas e aldeias, dependemos diariamente da agua.
Imaginemos que a agua desaparece, ela faz mudar as pessoas, ela transforma o nosso modo de vida. Nem é preciso imaginar, o quanto é nefasto para os humanos, todos os dias são contaminados rios, riacho e lençóis subterrâneos, diariamente em qualquer parte do mundo são adquiridas nascentes por uma qualquer multi-nacional.

Este alerta serve para todos nós, normalmente quando pensamos em agua visualizamos os 2/3 do globo e esquecemos que o problema é outro, mas a maioria de nós não sabe que apenas 2,5% dessa água não contém sal e dessa quantidade de água, dois terços encontram-se nos glaciares.


Os conflitos podem despoletar nos seguintes países:
Israel / Jordânia / Palestina: 5% da população do mundo sobrevive com 1% da sua água disponível no Médio-Oriente, neste contexto a guerra entre árabes e israelenses.

Turquia / Síria: Os projectos da Turquia para construir barragens no rio de Eufrates levaram o país à beira de um conflito com a Síria em 1998.

China / Índia: O rio de Brahmaputra já causou tensão entre Índia e China e pode tornar-se uma faísca para dois dos maiores exércitos do mundo.

Angola / Namíbia: As tensões aumentaram entre Botswana, Namíbia e Angola em torno da vasta bacia de Okavango.

Etiópia / Egipto: O crescimento populacional no Egipto, Sudão e Etiópia está ameaçando um conflito ao longo do rio mais comprido do mundo, o Nilo.

Bangladesh / Índia: As inundações no Ganges causadas pelo derretimento dos glaciares dos Himalaias chegam ao Bangladesh o que leva a uma migração ilegal à Índia.

Hurricane, Segunda, 15 de Março de 2010 às 9:11

quarta-feira, 27 de abril de 2011

mercosul

Mercosul
Mercosul




nome em espanhol: Mercosur


Línguas oficiais Português e Espanhol
Estados Membros Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela
Estados Associados Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru
Presidente do Bloco Carlos Chacho Alvarez (Argentino)
Área - Total 2º maior1
cerca 13.000.000 km²
População
- Total (2006) 4º mais populoso1
232,9 milhões
PIB por PPC
- Total (2006) 4º maior(depois do Nafta ,UE e Japão1
U$ 2.284.723.000.000
Formação
Tratado de Assunção Assinado em:
- 26 de março de 1991
Fuso horário UTC -2 a -5
1Se o Mercosul for considerado como um só país

O Mercosul é o programa de integração econômica de cinco países da América do Sul. Em sua formação original o bloco era composto por quatro paises: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, entretanto, em julho de 2006 a Venezuela aderiu ao bloco . O bloco também é chamado de Cone Sul porque sua formação original abrangia as nações do sul do continente, formando um cone. As discussões para a constituição de um mercado econômico regional para a América Latina remontam ao tratado que estabeleceu a Associação Latino-Americana de Livre Comércio (ALALC) desde a década de 1960. Esse organismo foi sucedido pela Associação Latino-Americana de Integração na década de 1980. À época, a Argentina e o Brasil fizeram progressos na matéria, assinando a Declaração de Iguaçu (1985), que estabelecia uma comissão bilateral, à qual se seguiram uma série de acordos comerciais no ano seguinte. O Tratado de Integração, Cooperação e Desenvolvimento, assinado entre ambos os países em 1988, fixou como meta o estabelecimento de um mercado comum, ao qual outros países latino-americanos poderiam se unir.
Com a adesão do Paraguai e do Uruguai, os quatro países se tornaram signatários do Tratado de Assunção (1991) que estabelecia o Mercado Comum do Sul, uma aliança comercial visando a dinamizar a economia regional, movimentando entre si mercadorias, pessoas, força de trabalho e capitais.
Inicialmente foi estabelecida uma zona de livre-comércio, onde os países signatários não tributariam ou restringiriam as importações um do outro. A partir de 1 de janeiro de 1995, esta zona de livre-comércio converteu-se em uma união aduaneira, na qual todos os signatários poderiam cobrar as mesmas alíquotas nas importações dos demais países (Tarifa Externa Comum). No ano seguinte, a Bolívia e o Chile adquiriram o status de membros associados. O Chile encontra-se em processo de aquisição do status de membro pleno depois de resolver alguns problemas territoriais com a Argentina. Outras nações latino-americanas, como a Venezuela, manifestaram interesse em entrar para o grupo, o que se concretizou no dia 9 de dezembro de 2005.
As instituições integrantes do Mercosul, definidas pelo Tratado de Assunção, foram revistas pelo Protocolo de Ouro Preto, em 1994. Por ele, cada país-membro tem um voto e as decisões necessitam ser unânimes. Três são as instâncias decisórias: um Conselho (com funções políticas), um Grupo (com funções executivas) e uma Comissão Técnica.
O Mercosul foi significativamente enfraquecido pelo colapso da economia argentina em 2002. Alguns críticos acreditam que a negativa de ajuda do governo Bush aquele país à época, foi baseada em um desejo de enfraquecer o Mercosul, já que, teoricamente, os EUA percebem a iniciativa deste mercado como um problema para a sua estratégia político-econômica para a América Latina. No entanto, é mais provável que os Estados Unidos tenham deixado de ajudar a Argentina uma vez que esse país latino-americano não transmitia confiabilidade aos mercados internacionais, tendo deixado de honrar seus compromissos financeiros em diversas ocasiões.
Em 2004, entrou em vigor o Protocolo de Olivos (2002), que criou o Tribunal Arbitral Permanente de Revisão do Mercosul, com sede na cidade de Assunção (Paraguai). Uma das fontes de insegurança jurídica nesse bloco de integração era a falta de um tribunal permanente.
Nova rodada de negociações ocorreu a partir de Julho de 2004, entre outros tópicos, discutindo-se a entrada do México no grupo. Como resultado, em 8 de dezembro de 2004 os países membros assinaram a Declaração de Cuzco, que lançou as bases da Comunidade Sul-Americana de Nações, entidade que unirá o Mercosul e o Pacto Andino em uma zona de livre comércio continental.
Em dezembro de 2005, a Venezuela protocolou seu pedido de adesão ao Mercosul, e em 4 de julho de 2006 seu ingresso ao bloco econômico foi formalizado, em Caracas.
Muitos sul-americanos vêem o Mercosul como uma arma contra a influência dos Estados Unidos na região, tanto na forma da Área de Livre Comércio das Américas quando na de tratados bilaterais.
História
Prelúdio
A América do Sul foi ,ao longo de cinco séculos, palco das mais violentas batalhas do continente americano. Desde a chegada os espanhóis e portugueses ao continente, a Bacia do Prata foi cenário das disputas luso-espanholas por território (o território que hoje é o Uruguai já foi espanhol , português e; em seguida, voltou a ser espanhol). Entretanto, ao mesmo tempo, esta região situa-se capítulos fundamentais da emancipação política e econômica dos futuros sócios do Mercosul.
Durante os séculos XVI e XVII, a Espanha organizou o sistema comercial de suas colônias em torno do esquema de "frotas e galeões", autorizando somente a alguns portos o direito de enviar ou receber mercadorias originárias dessas colônias. Para cidades como Buenos Aires, fundada em 1580, esse sistema ameaçava o desenvolvimento econômico da região. Mediante a esse confinamento econômico, a população de Buenos Aires percebeu a única saída possível: o intercâmbio comercial (ainda que ilegalmente) com o Brasil. Esse foi o inicio de uma relação que estava destinada a crescer cada vez mais.
No século XVIII ,o processo de emancipação política da América do Sul, acentuou o contrates existentes entre os países da região. Neste período ocorreram importantes capítulos da história do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Basta citar a Guerra da Cisplatina, a independência da República Oriental do Uruguai, Grande Guerra uruguaia, a Revolução Farroupilha, a disputa entre unitários e federalistas na Argentina, a Guerra do Paraguai, o Pacto do ABC: alianças, intervenções e conflitos que forjaram o contexto histórico de formação dos estados nacionais platinos.
Em 1941, em plena Segunda Guerra Mundial, pela primeira vez Brasil e Argentina tentaram a criação de uma União Aduaneira entre suas economias. Entretanto isso não se concretiza devido as diferenças diplomáticas dos países em relação as políticas do Eixo, após o ataque a Pearl Harbor. Com o fim da guerra a necessidade de interação entre as nações se tornaram eminentes, e consecutivamente a formação dos blocos econômicos, entretanto na América Latina não houve uma união que obteve resultados satisfatórios.

Declaração de Foz do Iguaçu
Em dezembro de 1985, Brasil e Argentina assinam a declaração de Foz do Iguaçu, que foi a Base para a integração econômica do Cone sul. Ambos os países acabam de sair de um período ditatorial , e enfrentavam a necessidade de reorientar suas economias. Brasil e Argentina haviam contraído um grande dívida externa no período do governos militares, e não gozavam de crédito no exterior. Havia uma grande necessidade de investimentos nos países, mas não havia verbas. Esta situação comum entre Brasil e Argentina, fez que os países percebessem a necessidade um do outro. Então logo após a assinatura da declaração de Iguaçu, em fevereiro de 1986, Argentina declara a intenção de uma “associação preferencial' com o Brasil. Em uma casa particular em Dom Torcuato, houve uma reunião para discutir o assunto. A discussão dura dois dias e é em clima de troca de idéias. Depois de poucas semanas, é o Brasil que convida Argentina para uma reunião semelhante, em Itaipava também em uma residência particular. Esse foi o sinal de aceitação da iniciativa Argentina e então começava a formação do acordo, com objetivo de promover o desenvolvimento econômico de ambos os países e integra-los ao mundo. Para muitos a idéia de integração na América do Sul parecia mais um abstração, devido as várias experiências não bem sucedidas no passado, entretanto essa foi diferente.

Tratado de Assunção
Em 1990, Brasil e Argentina assinaram o Tratado de Buenos Aires de integração econômica entre os dois países e em complemento ao Tratado de Buenos Aires, em 1991 foi assinatura do Tratado de Assunção, com a entrada do Uruguai e Paraguai, para a constituição do Mercosul.
O Tratado de Assunção foi um tratado assinado em 26 de março de 1991, entre a Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com o objetivo de realizar um mercado comum entre os países acordados formando então, popularmente chamado de Mercosul, Mercado comum do sul ou em castelhano, Mercado común del sur. Mais tarde, em 1994, o Protocolo de Ouro Preto foi assinado como um complemento do Tratado, estabelecendo que o Tratado de Assunção fosse reconhecido juridicamente e internacionalmente como uma organização.

Estados associados ao Mercosul

Mercosul/Mercosur:
Estados Membros
Estados Associados
Estado Observador O Mercosul tem como estados associados a Bolívia (1996), Chile (1996), Peru (2003), Colômbia (2004) e Equador (2004).
Bolívia, Equador, Colômbia e Peru integram a Comunidade Andina (CAN), bloco com que o Mercosul também firmará um acordo comercial. O status de membro associado se estabelece por acordo bilaterais, denominados Acordos de Complementação Econômica, firmados entre o Mercosul e cada país associado. Nesse acordos se estabelece um cronograma para a criação de uma zona de livre-comércio com os países do Mercosul e uma gradual redução de tarifas entre o Mercosul e os países firmantes.
Além de poder participar na qualidade de convidado nas reuniões dos organismos do Mercosul e efetuar convênios sobre matérias comuns. Estados membros
Argentina (1991)

Brasil (1991)

Paraguai (1991)

Uruguai (1991)

Venezuela (2006)

Estados associados
Bolívia (1996)

Chile (1996)

Peru (2003)

Colômbia (2004)

Equador (2004)

Estado Observador
México


• Chile formaliza sua associação ao Mercosul em 25 de junho de 1996, durante a X Reunião da Cumbre do Mercosul, em San Luis, Argentina, através da assinatura do Acordo de Complementação Econômica Mercosul-Chile.
• Bolívia formalizou sua adesão na XI Reunião da Cumbre do Mercosul, em Fortaleza (Brasil), em 17 de dezembro de 1996, mediante a assinatura do Acordo de Complementação Econômica Mercosul-Bolívia.
• Peru formaliza sua associação ao Mercosul em 2003 pela assinatura do Acordo de Complementação Econômica Mercosul-Peru (CMC Nº 39/03).
• Colômbia, Equador e Venezuela formalizam sua associação ao Mercosul em 2004 mediante a assinatura do Acordo de Complementação Econômica Mercosul-Colômbia, Equador e Venezuela (CMC Nº 59/04).
• Venezuela ratificou o protocolo de entrada em 4 de julho de 2006. Durante a XXIX Conferência do Mercosul em Montevidéu no dia 9 de dezembro de 2005, se outorgou em status de Estado membro em processo de adesão, que em na prática significa que tinha voz mas não voto. Uma vez que Venezuela adotou o marco legal, político e comercial do Mercosul na metade de 2006, firmou-se o protocolo para converter-se em Estado membro. (CMC nº 29/2005)

Livre residência e circulação de pessoas
O Mercosul, Bolívia e Chile estabeleceram que todo território dos mesmos constitui uma Área de Livre Residência com direito a trabalhar para todos seus cidadãos, sem exigência de outro requisito além da própria nacionalidade. A Área de Livre Residência foi estabelecida na Cumbre de Presidentes em Brasília, mediante o "Acordo sobre Residência para Nacionais dos Estados Membros do Mercosul, Bolívia e Chile" firmado em 6 de dezembro de 2002.
Entretanto a Área de Livre Residência e Trabalho não se assimila completamente à livre circulação de pessoas (onde não se requere tramitação migratória alguma), os seis países deram um grande passo e demonstraram a intenção de alcançar a plena liberdade de circulação de pessoas em todo o território.

Estrutura do Mercosul

Com base no Protocolo de Ouro Preto, firmado em 17 de dezembro de 1994 e vigente desde 15 de dezembro de 1995, o Mercosul tem uma estrutura institucional básica composta por:
• O Conselho do Mercado Comum (CMC), órgão supremo cuja função é a condução política do processo de integração. O CMC é formado pelo Ministros de Relações Exteriores e de Economia dos Estados Parte, que se pronunciam através de Decisões.
• O Grupo Mercado Comum (GMC), órgão decisório executivo, responsável de fixar os programas de trabalho, e de negociar acordos com terceiros em nome do MERCOSUL, por delegação expressa do CMC. O GMC se pronuncia por Resoluções, e está integrado por representantes dos Ministérios de Relações Exteriores e de Economia, e dos Bancos Centrais dos Estados Parte.
• A Comissão de Comércio do MERCOSUL (CCM), um órgão decisório técnico, é o responsável por apoiar o GMC no que diz respeito à política comercial do bloco. Pronuncia-se por Diretivas.
Além disso, o MERCOSUL conta com outros órgãos consultivos a saber:
• A Comissão Parlamentar Conjunta (CPC), órgão de representação parlamentar, integrada por até 64 parlamentares, 16 de cada Estado Parte. A CPC tem um caráter consultivo, deliberativo, e de formulação de Declarações, Disposições e Recomendações. Atualmente, está estudando a possibilidade da futura instalação de um Parlamento do Mercosul.
• O Foro Consultivo Econômico Social (FCES), é um órgão consultivo que representa os setores da economia e da sociedade, que se manifesta por Recomendações ao GMC.
Além disso, através da Dec. Nº 11/03, constituiu-se recentemente a:
• Comissão de Representantes Permanentes do MERCOSUL (CRPM), que é um órgão permanente do CMC, integrado por representantes de cada Estado Parte e presidida por uma personalidade política destacada de um dos países membros. Sua função principal é apresentar iniciativas ao CMC sobre temas relativos ao processo de integração, as negociações externas e a conformação do Mercado Comum.
Para dar apoio técnico a essa Estrutura Institucional, o MERCOSUL conta com a:
• Secretaria do MERCOSUL (SM), que tem caráter permanente e está sediada em Montevidéu, Uruguai.
Atualmente, a Secretaria está dividida em três setores, de acordo com a Resolução GMC Nº 01/03 do Grupo Mercado Comum.
O Mercosul conta também com estâncias orgânicas não decisórias como A Comissão Sociolaboral (CSL), o Fórum de Consulta e Concertação Política (FCCP), os Grupos de Alto Nível, os Subgrupos de Trabalho (SGT) dependentes do GMC, os Comitês Técnicos (CT) dependentes do CCM, o Observatório do Mercado de Trabalho (OMT) dependente do SGT10, e o Fórum da Mulher em âmbito do FCES.
Finalmente o Mercosul funciona habitualmente mediante Reuniões de Ministros (RM), Reuniões Especializadas (RE), conferências, e Reuniões ad-hoc.

Estrutura econômica
Valor estimado do PIB dos países membros do mercosul utilizando o critério de Paridade do Poder de Compra (PPC). É utilizada como unidade monetária o dólar internacional. Dados do Banco Mundial.

País PIB (PPP) Exportações População
Brasil
$1.552.542 milhões $118.000 milhões 184,2 milhões
Argentina
$516.951 milhões $33.700 milhões 39,1 milhões
Venezuela
$153.331 milhões $35.840 milhões 24 milhões
Uruguai
$32.885 milhões $2.200 milhões 3,4 milhões
Paraguai
$29.014 milhões $2.940 milhões 6,2 milhões
Total Mercosul1 $2.284.723 milhões $192.680 milhões 232,9 milhões
Colômbia
$336.808 milhões $15.500 milhões 44 milhões
Chile
$186.733 milhões $29.200 milhões 15,1 milhões
Peru
$164.110 milhões $12.300 milhões 27,9 milhões
Equador
$56.779 milhões $7.650 milhões 13,2 milhões
Bolívia
$25.892 milhões $1.986 milhões 8,6 milhões
Total Mercosul ampliado2 $ 3.055.045 milhões $259.316 milhões 341,7 milhões
1 Somente Estados Membros
2 Estados Membros e Associados


Acordos com outros blocos
Existe um acordo com a Comunidade Andina, estabelecido no Acordo de Complementação Econômica firmado entre a Comunidade Andina e o Mercosul em 6 de dezembro de 2002. Além da cooperação econômica também existe um diálogo político. E isso abre possibilidades de negociação com todo os membros do bloco Andino.
Em novembro de 2005 o Congresso Colombiano ratificou um Tratado de Livre Comércio (TLC) com o Mercosul. O tratado é favorável a Colômbia, já que permite a este país implantar instrumentos de proteção a agricultura local. Além do acesso ao Mercosul para os produtos Colombianos, que aumenta o peso político da Colômbia nas negociações de livre comércio que estão sendo tratadas atualmente com os Estados Unidos.
Em 30 de dezembro de 2005, o presidente colombiano Álvaro Uribe firma a Lei 1.000, para a criação de una zona de livre comércio entre a Comunidade Andina e o Mercosul. Com este novo acordo, os produtos colombianos conseguiram um acesso preferencial ao Mercosul, uma vez que a Colômbia obteve a oportunidade de importar matérias primas e bens de capital do Mercosul a custos mais baixos, segundo o custo estabelecido no TCL.

Mercosul Sócio-laboral
A concepção original do Mercosul (Tratado de Assunção) não contemplava nenhum âmbito em tratar questões socio-laborais, entretanto, desde o início, os sindicatos do Mercosul representados pela Coordenadoria de Sindicatos Centrais do Cone Sul, com o apoio ativo dos ministérios do Trabalho, e um considerável setor das organizações de empregadores, promulgaram em criar espaços tripartes (ministérios de trabalho, empregadores e sindicatos) para analisar, debater e decidir mediante o diálogo social-regional, o impacto que a integração teria sobre os mercados de trabalho e as condições socio-laborais.
Deste modo um ano depois de fundado o Mercosul cria-se o Subgrupo de Trabalho para Assuntos Sociolaborais, dependente do GMC, que no início recebia o número "11", mas a partir de 1995 foi nomeado definitivamente como SGT10. O SGT10 se organizou com um âmbito triparte (ministérios de trabalho, empregadores e sindicatos) e há quem diga que tomou a forma de "uma OIT em miniatura". Gerou uma frutífera cultura sub-regional de diálogo social que originou o que hoje se conhece como Mercosul Sócio-laboral.
A partir dos acordos derivados do diálogo social no SGT10, o Mercosul foi adotando organismos e instrumentos socio-laborais.
En 1994 cria-se o Foro Consultivo Econômico Social (FCES), mediante o Protocolo de Ouro Preto, integrado pelas organizações de empregadores, trabalhadores e a sociedade civil, em "representação dos setores econômicos e sociais"; porém começa a funcionar efetivamente em 1996.
Em 1997 firma-se a primeira norma de conteúdo sócio-laboral do Mercosul, o Acordo Multilateral de Seguridade Social do Mercado Comum do Sul (que demorou anos para ser ratificado) e cria-se o Observatório do Mercado de Trabalho, dependente do SGT10.
Em 1998 os quatro presidentes firmam a Declaração Sociolaboral do MERCOSUL] (DSL) [[1], que em sua vez cria a Comissão Sociolaboral (CSL), de composição triparte, com o fim de seguir a aplicação da DSL.
Em 2000 o Mercosul, junto à Bolívia e Chile, proclamam a Carta de Buenos Aires sobre Compromisso Social.
Em 2001, como conseqüência direta dos acordos tripartes alcançados em matéria de formação profissional na primeira reunião da CSL, dita-se a primeira resolução socio-laboral de aplicação direta aos países membros (sem necessidade de ratificação), a Resolução sobre Formação Profissional que sanciona o GMC (Resolução 59/91).
Em 2003, pela primeira vez a CMC (organismo supremo do Mercosul), sanciona uma norma sócio-laboral (de aplicação direta), a Recomendação 01/03 estabelecendo o Repertório de Recomendações Práticas sobre Formação Profissional. No mesmo ano a CMC convoca a Primeira Conferência Regional de Emprego que realiza-se em abril de 2004 com composição triparte (ministros do trabalho, empregadores e sindicatos) e finaliza com uma importante recomendação dos Ministros do Trabalho sobre uma Estratégia do Mercosul para a criação de empregos. Em dezembro de 2004 decide-se criar o Grupo de Alto Nível para a elaboração de uma estratégia MERCOSUL dirigida ao crescimento do emprego.