ÁLBUM DE GEOGRAFIA - 6°ANO
OBJETIVO: Reunir, em forma de Atividades Dirigidas com ilustrações de Revistas (ou outras fontes) e em desenhos, os principais conceitos de Geografia, trabalhados em Sala de Aula.
ORGANIZAÇÃO DAS FOLHAS:
1ª Folha: Capa (xérox), pintada e devidamente identificada com o nome e turma do (a) aluno (a);
2ª Folha: Atividade em Sala de Aula com folha colorida e figura/ “Uma Janela para a Geografia”;
3ª Folha: Folha escrita/Título: História e Evolução da Terra: Definição da Primeira e Segunda Natureza;
4ª Folha: Desenho do aluno: Primeira Natureza;
5ª Folha: Desenho do aluno: Segunda Natureza;
6ª Folha: Folha escrita/Título: Paisagem (definição de paisagem e dos tipos de paisagens);
7ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Paisagem Natural;
8ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Paisagem Cultural;
9ª Folha: Folha escrita/Título: Espaço Geográfico (Definição e Tipos de Espaços Geográficos);
10ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Rural;
11ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Urbano;
12ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Industrial;
13ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ “Escala do Tempo Geológico”;
14ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Era Mesozóica (Período Jurássico): Dinossauros;
15ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Era Cenozóica (Período Quaternário): Cidade;
16ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: “A Evolução do Homem”;
17ª Folha: Folha escrita/Título: Técnica Rudimentar x Tecnologia;
18ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Machado de Pedra;
19ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Moto Serra;
20ª Folha: Folha escrita/Título: Sociedades Moderna e Pré-Industrial: Definição de Sociedades Moderna e Pré-Industrial;
21ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Sociedade Moderna: Sociedade do Conhecimento ou da Informação (exemplo: pessoas usando Internet ou aparelho celular, MP4 etc.);
22ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Sociedade Pré-Industrial: exemplo de povo pré-industrial;
23ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Planeta Terra: A nossa Morada;
24ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura do Mapa-Múndi.
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ÁLBUM DE GEOGRAFIA - 7°ANO
OBJETIVO: Reunir, em forma de Atividades Dirigidas com ilustrações de Revistas (ou outras fontes) e em desenhos, os principais conceitos de Geografia, trabalhados em Sala de Aula.
ORGANIZAÇÃO DAS FOLHAS:
1ª Folha: Capa (xérox), pintada e devidamente identificada com o nome e turma do (a) aluno (a);
2ª Folha: Atividade em Sala de Aula com folha colorida e figura/ “Uma Janela para a Geografia”;
3ª Folha: Folha escrita/Título: Paisagem (definição de paisagem e dos tipos de paisagens);
4ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Paisagem Natural;
5ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Paisagem Cultural;
6ª Folha: Folha escrita/Título: Espaço Geográfico (Definição e Tipos de Espaços Geográficos);
7ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Rural;
8ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Urbano;
9ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Espaço Industrial;
10ª Folha: Imagem de Revista ou Desenho: Título: Planeta Terra: A nossa Morada;
11ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura do Mapa-Múndi;
12ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura dos Mapas das Divisões do Continente Americano;
13ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura dos Mapas da América do Sul e do Brasil;
14ª Folha: Atividade em Sala de Aula/ Pintura das Regiões Brasileiras.
DISPONÍVEL EM http://marlivieira.blogspot.com/2009/06/atividade-dirigida-album-de-geografia.html
segunda-feira, 2 de maio de 2011
memória da aula
Memória da aula do dia 29 de abril de 2011
Aos vinte e nove dias do mês de abril de dois mil e onze, o professor Marcos Paulo Souza Novais do Componente curricular F.T.A. P VI deu inicio a sua aula com a exposição dos procedimentos de ensino numa perspectiva sócio construtivista e a organização do trabalho docente, mostrando a potencialidade de cada procedimento que forma a pirâmide da aprendizagem, na qual se observaram que ao assistir uma palestra, o individuou retém 5% do que foi exposto; ao realizar uma leitura, 10%; atividade áudio visual, 20%; observando demonstrações, 30% participando de discussões em pequenos grupos, 50%; praticar fazendo, 75%; e por fim ensinar os outros fazendo uso imediato do conhecimento, 80%.
Em síntese pode-se concluir que o individuou quando pratica o aprendizado de forma compartilhada, terá uma maior apreensão do conhecimento. E como testemunho, a colega Gorete afirma que isso é um fato verídico e que ela é um exemplo disso.
Logo após o relato de Maria Gorete, O professor segue a aula mostrando que a responsabilidade dos docentes é a renovação do mundo e que é preciso romper com o modelo de centralização do saber. Dizendo que o modelo de ensino a distancia já rompeu com esse modelo enquanto que no presencial ainda existe o sábio falante (o professor) e os pequenos ouvintes (os alunos). Afirmando ainda que o aprender é uma atividade complexa que exige do ser humano procedimentos diferenciados e específicos para cada tipo de conhecimento.
Outro ponto abordado pelo professor foi sobre o conteúdo paisagem, mostrando-nos a importância da problematização da mesma através da observação, visando o reconhecimento do espaço. Além de afirma que paisagem não é só aquilo que se ver, mas, também o que se sente. E que também é relevante a sua análise. Para tanto, ele sugere algumas atividades para se trabalhar o conteúdo, como por exemplo, pedir pra o aluno tirar fotografias de uma paisagem e pedir para o mesmo problematizar o porquê daquela foto.
Em seguida o professor da continuação a aula, falando da utilização dos recursos paradidáticos isto é, a utilização de linguagens da sociedade tecnológica como a musica, a poesia, a TV, o cinema, a internet etc.. Além da literatura de cordel que segundo o professor é preciso ser explorada mais nas aulas de geografia. Neste contexto o professor explica a funcionalidade de cada um desses recursos e a qual conteúdo sua aplicabilidade são viáveis, além de dá exemplos de vídeos, livros, cantores, filmes, etc. onde encontrá-los e como trabalhá-los de forma interdisciplinar. Isto é, para trabalhar o êxodo rural sugere que se utilize o poema vidas secas de Graciliano Ramos; para trabalhar a segregação espacial, O Cortiço Para trabalhar o consumismo, o vídeo História das Coisas.
Em relação à TV a proposta é gravar ou baixar do youtuby, noticias e reportagens para discutir com os alunos a ideologia de cada reportagem mostrando-as nas entrelinhas.
Para essa perspectiva o professor, ressalta a importância do planejamento, mostrando a congruência do conhecimento do material que se pretende utilizar na aula, principalmente com relação aos vídeos e filmes. Em se tratando de filme, segundo ele é preferível dar prioridade aos curtas, pra tanto se deve procurar no portal curtas.
Continuando, ele dá ênfase à internet dizendo que a mesma é uma ferramenta poderosíssima e que devemos criar junto aos nossos alunos redes sociais, pois se nos não o fizermos outros o farão e imagine, se nesse caso um pedófilo. Tratando ainda da importância de se trabalhar com projetos de investigação para incentivar os alunos a realizarem pesquisas ao invés de cópias. E para sistematizar o conhecimento sugere a confecção de pluviômetro feito com garrafas pet. Nesse momento surge o questionamento: será que essa experiência com garrafas de tamanhos diferenciados poderá interferir no resultado?
Segundo o professor o tamanho das garrafas não interfere no resultado responda a questão levantada por João.
Além das dicas acima citadas, traz ainda idéia de se trabalhar com simulação como o a batalha naval e sim city. Indicando batalha naval para trabalhar coordenadas geográficas. Lembra-nos que a dramatização também é um procedimento metodológico que aciona bastante a espontaneidade.
Outra abordagem de grande relevância foi a análise dos princípios e fundamentos para o trabalho docente segundo Castanho (1989) e Karnol (2004) dentre os quais estão: a valorização do conhecimento, a problematização, o currículo, fugir do formalismo, a criatividade, a auto-análise , cortar o programa e ser paciente,entre outros. Em fim, que o “professor deve ter compromisso político e ético”.
Logo após a citação de Lana Cavalcanti, o professor fala sobre a importância da atividade de campo como procedimentos metodológicos, focando no seu objetivo que é o desafio de olhar o cotidiano do lugar, seja o bairro, ou outro lugar qualquer, vislumbrando com um olhar curioso, investigador. Para tanto, é fundamenta seguir algumas dicas como:
-conhecer antecipadamente o campo de estudo:
-mobilizar o aluno:
-problematizar o conteúdo, contando com a representação do meio a ser estudado como textos, fatos e mapas. Em se falando de mapas, o professor confessa que sentiu falta do mapa na nossa atividade de campo e que comentou com o próprio professor, o qual nos comunicou que não conseguiu outros materiais da região de estudo além da monografia de Tássio “Conflitos Envolvendo a Barragem Manoel Novais e os Irrigantes do município de Itaguaçu da Bahia. Em fim, que a realização do trabalho de campo consiste na observação, no registro e descrição do que os alunos observam e na coleta de informações.
Para finalizar a exposição sobre a atividade de campo, o professor apresenta-nos a próxima atividade avaliativa, onde o grupo da fruta, nomeados no primeiro dia de aula do componente FETAP VI, irá planejar uma atividade de campo contendo as seguintes instruções: apresentação, justificativa, conteúdo, objetivos (geral e específicos), encaminhamentos metodológicos (construção do roteiro de visitas, organização de um mapa de orientação, sinopse com dados históricos e geoambientais, socioeconômicos e sociopolítico), definir estratégias de avaliação e referências.
Porém, antes da indicação da atividade avaliativa o professor cita a fala de Milton Santos (1994, p.17), dizendo que “sem emoção não se produz nada, sobretudo no campo da Inteligência”, mostrando-nos a importância do amor pela profissão e por tudo aquilo que se pretende realizar.
Ele cita ainda Serpa, dizendo que não é privilégio da geografia realizar atividade de campo, mas, de todas as disciplinas. Demonstra ainda as contribuições do autor sobre a atividade de campo. Neste contexto, o professor trás como exemplo a atividade de campo desenvolvida pelo componente curricular geografia rural, realizada no dia vinte e seis de abril de dois mil e onze (26/04/2011) no município de Mirorós, dizendo que a atividade poderia ser realizada em conjunto com profissionais de outras áreas do conhecimento. Contribuindo com a aula, a colega Maria das Graças acrescenta dizendo que, a atividade de campo aproxima o aluno do professor, principalmente em se tratando de crianças.
Logo após a explicação da atividade avaliativa, houve questionamentos acerca do tempo para a execução ser insuficiente o que gerou discussões entre a turma, chegando-se ao consenso de que deveria ser iniciada imediatamente. Em seguida todos se dispersaram para dar agilidade aos trabalhos. Horas depois o professor comunica que, por decisão unânime a apresentação da continuidade do filme “pro dia nascer feliz”, que estava programado para a aula de hoje, ficaria para a próxima aula juntamente com a confecção da maquete.
E assim finalizou a aula do dia vinte e nove de abril de 2011, onde os responsáveis por escrever este memorial foi à equipe melancia, composta por Denise, Ernando, Meire, Nelma e Noeli.
Aos vinte e nove dias do mês de abril de dois mil e onze, o professor Marcos Paulo Souza Novais do Componente curricular F.T.A. P VI deu inicio a sua aula com a exposição dos procedimentos de ensino numa perspectiva sócio construtivista e a organização do trabalho docente, mostrando a potencialidade de cada procedimento que forma a pirâmide da aprendizagem, na qual se observaram que ao assistir uma palestra, o individuou retém 5% do que foi exposto; ao realizar uma leitura, 10%; atividade áudio visual, 20%; observando demonstrações, 30% participando de discussões em pequenos grupos, 50%; praticar fazendo, 75%; e por fim ensinar os outros fazendo uso imediato do conhecimento, 80%.
Em síntese pode-se concluir que o individuou quando pratica o aprendizado de forma compartilhada, terá uma maior apreensão do conhecimento. E como testemunho, a colega Gorete afirma que isso é um fato verídico e que ela é um exemplo disso.
Logo após o relato de Maria Gorete, O professor segue a aula mostrando que a responsabilidade dos docentes é a renovação do mundo e que é preciso romper com o modelo de centralização do saber. Dizendo que o modelo de ensino a distancia já rompeu com esse modelo enquanto que no presencial ainda existe o sábio falante (o professor) e os pequenos ouvintes (os alunos). Afirmando ainda que o aprender é uma atividade complexa que exige do ser humano procedimentos diferenciados e específicos para cada tipo de conhecimento.
Outro ponto abordado pelo professor foi sobre o conteúdo paisagem, mostrando-nos a importância da problematização da mesma através da observação, visando o reconhecimento do espaço. Além de afirma que paisagem não é só aquilo que se ver, mas, também o que se sente. E que também é relevante a sua análise. Para tanto, ele sugere algumas atividades para se trabalhar o conteúdo, como por exemplo, pedir pra o aluno tirar fotografias de uma paisagem e pedir para o mesmo problematizar o porquê daquela foto.
Em seguida o professor da continuação a aula, falando da utilização dos recursos paradidáticos isto é, a utilização de linguagens da sociedade tecnológica como a musica, a poesia, a TV, o cinema, a internet etc.. Além da literatura de cordel que segundo o professor é preciso ser explorada mais nas aulas de geografia. Neste contexto o professor explica a funcionalidade de cada um desses recursos e a qual conteúdo sua aplicabilidade são viáveis, além de dá exemplos de vídeos, livros, cantores, filmes, etc. onde encontrá-los e como trabalhá-los de forma interdisciplinar. Isto é, para trabalhar o êxodo rural sugere que se utilize o poema vidas secas de Graciliano Ramos; para trabalhar a segregação espacial, O Cortiço Para trabalhar o consumismo, o vídeo História das Coisas.
Em relação à TV a proposta é gravar ou baixar do youtuby, noticias e reportagens para discutir com os alunos a ideologia de cada reportagem mostrando-as nas entrelinhas.
Para essa perspectiva o professor, ressalta a importância do planejamento, mostrando a congruência do conhecimento do material que se pretende utilizar na aula, principalmente com relação aos vídeos e filmes. Em se tratando de filme, segundo ele é preferível dar prioridade aos curtas, pra tanto se deve procurar no portal curtas.
Continuando, ele dá ênfase à internet dizendo que a mesma é uma ferramenta poderosíssima e que devemos criar junto aos nossos alunos redes sociais, pois se nos não o fizermos outros o farão e imagine, se nesse caso um pedófilo. Tratando ainda da importância de se trabalhar com projetos de investigação para incentivar os alunos a realizarem pesquisas ao invés de cópias. E para sistematizar o conhecimento sugere a confecção de pluviômetro feito com garrafas pet. Nesse momento surge o questionamento: será que essa experiência com garrafas de tamanhos diferenciados poderá interferir no resultado?
Segundo o professor o tamanho das garrafas não interfere no resultado responda a questão levantada por João.
Além das dicas acima citadas, traz ainda idéia de se trabalhar com simulação como o a batalha naval e sim city. Indicando batalha naval para trabalhar coordenadas geográficas. Lembra-nos que a dramatização também é um procedimento metodológico que aciona bastante a espontaneidade.
Outra abordagem de grande relevância foi a análise dos princípios e fundamentos para o trabalho docente segundo Castanho (1989) e Karnol (2004) dentre os quais estão: a valorização do conhecimento, a problematização, o currículo, fugir do formalismo, a criatividade, a auto-análise , cortar o programa e ser paciente,entre outros. Em fim, que o “professor deve ter compromisso político e ético”.
Logo após a citação de Lana Cavalcanti, o professor fala sobre a importância da atividade de campo como procedimentos metodológicos, focando no seu objetivo que é o desafio de olhar o cotidiano do lugar, seja o bairro, ou outro lugar qualquer, vislumbrando com um olhar curioso, investigador. Para tanto, é fundamenta seguir algumas dicas como:
-conhecer antecipadamente o campo de estudo:
-mobilizar o aluno:
-problematizar o conteúdo, contando com a representação do meio a ser estudado como textos, fatos e mapas. Em se falando de mapas, o professor confessa que sentiu falta do mapa na nossa atividade de campo e que comentou com o próprio professor, o qual nos comunicou que não conseguiu outros materiais da região de estudo além da monografia de Tássio “Conflitos Envolvendo a Barragem Manoel Novais e os Irrigantes do município de Itaguaçu da Bahia. Em fim, que a realização do trabalho de campo consiste na observação, no registro e descrição do que os alunos observam e na coleta de informações.
Para finalizar a exposição sobre a atividade de campo, o professor apresenta-nos a próxima atividade avaliativa, onde o grupo da fruta, nomeados no primeiro dia de aula do componente FETAP VI, irá planejar uma atividade de campo contendo as seguintes instruções: apresentação, justificativa, conteúdo, objetivos (geral e específicos), encaminhamentos metodológicos (construção do roteiro de visitas, organização de um mapa de orientação, sinopse com dados históricos e geoambientais, socioeconômicos e sociopolítico), definir estratégias de avaliação e referências.
Porém, antes da indicação da atividade avaliativa o professor cita a fala de Milton Santos (1994, p.17), dizendo que “sem emoção não se produz nada, sobretudo no campo da Inteligência”, mostrando-nos a importância do amor pela profissão e por tudo aquilo que se pretende realizar.
Ele cita ainda Serpa, dizendo que não é privilégio da geografia realizar atividade de campo, mas, de todas as disciplinas. Demonstra ainda as contribuições do autor sobre a atividade de campo. Neste contexto, o professor trás como exemplo a atividade de campo desenvolvida pelo componente curricular geografia rural, realizada no dia vinte e seis de abril de dois mil e onze (26/04/2011) no município de Mirorós, dizendo que a atividade poderia ser realizada em conjunto com profissionais de outras áreas do conhecimento. Contribuindo com a aula, a colega Maria das Graças acrescenta dizendo que, a atividade de campo aproxima o aluno do professor, principalmente em se tratando de crianças.
Logo após a explicação da atividade avaliativa, houve questionamentos acerca do tempo para a execução ser insuficiente o que gerou discussões entre a turma, chegando-se ao consenso de que deveria ser iniciada imediatamente. Em seguida todos se dispersaram para dar agilidade aos trabalhos. Horas depois o professor comunica que, por decisão unânime a apresentação da continuidade do filme “pro dia nascer feliz”, que estava programado para a aula de hoje, ficaria para a próxima aula juntamente com a confecção da maquete.
E assim finalizou a aula do dia vinte e nove de abril de 2011, onde os responsáveis por escrever este memorial foi à equipe melancia, composta por Denise, Ernando, Meire, Nelma e Noeli.
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